Sinusite e Cirurgia dos Seios da Face
Os seios da face (seios paranasais) são cavidades aeradas que ficam ao redor da cavidade nasal e são responsáveis por gerar uma redução do peso do crânio, proteger estruturas nobres como anteparo em caso de trauma e conferir ressonância à voz. São em número de quatro (seios maxilar, etmoide, frontal e esfenóide) por lado da face, oito no total.
A sinusite (ou rinossinusite) é uma inflamação e/ou infecção dos seios paranasais e pode ser aguda, aguda recorrente ou crônica.
A rinossinusite aguda tem duração menor que 04 semanas, na aguda recorrente ocorrem 04 episódios ou mais com melhora completa entre eles no período de 01 ano. A maior parte das infecções nasais estão incluídas nessa classe como gripes e resfriados. Os sintomas incluem:
- Obstrução ou secreção nasal;
- Dor ou pressão facial;
- Redução ou perda de olfato.
Sintomas
- Obstrução ou secreção nasal;
- Dor ou pressão facial;
- Redução ou perda de olfato.
A rinossinusite crônica é a ocorrência de sintomas de rinossinusite por mais de 12 semanas, devendo incluir pelo menos dois dos sintomas ou achados de exame:
- Obstrução nasal;
- Secreção nasal mucopurulenta anterior e posterior;
- Pressão ou dor facial;
- Perda ou diminuição de olfato.
Dentre os tipos de rinossinusite crônica encontram-se as rinossinusites com e sem pólipos nasais. O consenso Europeu de Rinossinusites (EPOS 2020) modificou as classificações de rinossinusite, sendo as causas divididas em causas originadas no nariz (primárias), secundárias a outras doenças e com relação ao acometimento de todas as cavidades nasais (difusas) ou isoladas.
Todas as possíveis causas de rinossinusites crônicas devem ser avaliadas por um médico otorrinolaringologista especialista. Dentre elas estão: Rinossinusite Fúngica Alérgica, Rinossinusite Isolada, Rinossinusite Crônica com Polipose Nasal, Rinossinusite Crônica Eosinofílica e Não Eosinofílica, Rinossinusite Odontogênica, Bola Fúngica, Tumores Nasais, Discinesia Ciliar Primária, Doença de Wegener, Fibrose Cística e Doença de Churg-Strauss (fonte: EPOS 2020).
Tratamento
O tratamento das rinossinusites deve ser feito com base na causa da inflamação ou infecção. No caso das rinossinusites agudas e agudas recorrentes virais (gripes e resfriados), muitas vezes é necessário apenas o uso de medicamentos sintomáticos, não havendo uma terapia específica. No caso de sinusites crônicas, deve-se realizar o tratamento da causa geradora do acometimento e, em alguns casos, pode ser necessária a realização de procedimento cirúrgico para resolução.
A cirurgia dos seios da face tem por objetivo restabelecer o funcionamento adequado e original dessas estruturas. Nos casos em que o tratamento medicamentoso não é efetivo, realiza-se uma limpeza da mucosa doente acometida para restaurar a ventilação e a drenagem adequada das secreções, fundamentais para o bom funcionamento nasal.
As aberturas (óstios) dos seios da face normalmente estão obstruídas nesses casos por inflamação, infecção, lesões (pólipos ou tumorações) ou doenças da mucosa. O procedimento, na grande maioria dos casos, pode ser realizado apenas por via endoscópica — ou seja, com o uso de vídeo e óticas pela abertura das narinas, sem cortes externos. Esse método preserva as estruturas saudáveis, tratando apenas as lesões ou tecidos comprometidos.
Recuperação
A recuperação da cirurgia por videoendoscopia, devido à sua característica mais conservadora, costuma ocorrer de forma tranquila, sem grandes desconfortos, dependendo do tipo de procedimento realizado. Uma leve pressão facial ou dor de cabeça é comum e geralmente ocorre até a segunda semana de recuperação.
O retorno ao trabalho presencial ocorre entre 5 e 7 dias após a cirurgia, sendo possível trabalhar remotamente a partir de 2 dias, dependendo da complexidade do procedimento. Complicações são raras, sendo o sangramento o efeito colateral mais comum.
É importante evitar assoar o nariz, exposição prolongada ao sol e prática de atividades físicas por 30 dias para reduzir o risco de sangramento. O uso de tampão nasal não é rotineiro, sendo reservado para casos específicos de sangramentos intra ou pós-operatórios mais intensos. Como não há incisões externas na face, não há formação de hematomas ou inchaços.
Agendamento
Quaisquer dúvidas ou para agendar uma avaliação, entre em contato com nossa equipe. Será um prazer auxiliar!
Sinusite e Cirurgia dos Seios da Face
Os seios da face (seios paranasais) são cavidades aeradas que ficam ao redor da cavidade nasal e são responsáveis por gerar uma redução do peso do crânio, proteger estruturas nobres como anteparo em caso de trauma e conferir ressonância à voz. São em número de quatro (seios maxilar, etmoide, frontal e esfenóide) por lado da face, oito no total.
A sinusite (ou rinossinusite) é uma inflamação e/ou infecção dos seios paranasais e pode ser aguda, aguda recorrente ou crônica.
A rinossinusite aguda tem duração menor que 04 semanas, na aguda recorrente ocorrem 04 episódios ou mais com melhora completa entre eles no período de 01 ano. A maior parte das infecções nasais estão incluídas nessa classe como gripes e resfriados. Os sintomas incluem:
- Obstrução ou secreção nasal;
- Dor ou pressão facial;
- Redução ou perda de olfato.
Sintomas
- Obstrução ou secreção nasal;
- Dor ou pressão facial;
- Redução ou perda de olfato.
A rinossinusite crônica é a ocorrência de sintomas de rinossinusite por mais de 12 semanas, devendo incluir pelo menos dois dos sintomas ou achados de exame:
- Obstrução nasal;
- Secreção nasal mucopurulenta anterior e posterior;
- Pressão ou dor facial;
- Perda ou diminuição de olfato.
Dentre os tipos de rinossinusite crônica encontram-se as rinossinusites com e sem pólipos nasais. O consenso Europeu de Rinossinusites (EPOS 2020) modificou as classificações de rinossinusite, sendo as causas divididas em causas originadas no nariz (primárias), secundárias a outras doenças e com relação ao acometimento de todas as cavidades nasais (difusas) ou isoladas.
Todas as possíveis causas de rinossinusites crônicas devem ser avaliadas por um médico otorrinolaringologista especialista. Dentre elas estão: Rinossinusite Fúngica Alérgica, Rinossinusite Isolada, Rinossinusite Crônica com Polipose Nasal, Rinossinusite Crônica Eosinofílica e Não Eosinofílica, Rinossinusite Odontogênica, Bola Fúngica, Tumores Nasais, Discinesia Ciliar Primária, Doença de Wegener, Fibrose Cística e Doença de Churg-Strauss (fonte: EPOS 2020).
Tratamento
O tratamento das rinossinusites deve ser feito com base na causa da inflamação ou infecção. No caso das rinossinusites agudas e agudas recorrentes virais (gripes e resfriados), muitas vezes é necessário apenas o uso de medicamentos sintomáticos, não havendo uma terapia específica. No caso de sinusites crônicas, deve-se realizar o tratamento da causa geradora do acometimento e, em alguns casos, pode ser necessária a realização de procedimento cirúrgico para resolução.
A cirurgia dos seios da face tem por objetivo restabelecer o funcionamento adequado e original dessas estruturas. Nos casos em que o tratamento medicamentoso não é efetivo, realiza-se uma limpeza da mucosa doente acometida para restaurar a ventilação e a drenagem adequada das secreções, fundamentais para o bom funcionamento nasal.
As aberturas (óstios) dos seios da face normalmente estão obstruídas nesses casos por inflamação, infecção, lesões (pólipos ou tumorações) ou doenças da mucosa. O procedimento, na grande maioria dos casos, pode ser realizado apenas por via endoscópica — ou seja, com o uso de vídeo e óticas pela abertura das narinas, sem cortes externos. Esse método preserva as estruturas saudáveis, tratando apenas as lesões ou tecidos comprometidos.
Recuperação
A recuperação da cirurgia por videoendoscopia, devido à sua característica mais conservadora, costuma ocorrer de forma tranquila, sem grandes desconfortos, dependendo do tipo de procedimento realizado. Uma leve pressão facial ou dor de cabeça é comum e geralmente ocorre até a segunda semana de recuperação.
O retorno ao trabalho presencial ocorre entre 5 e 7 dias após a cirurgia, sendo possível trabalhar remotamente a partir de 2 dias, dependendo da complexidade do procedimento. Complicações são raras, sendo o sangramento o efeito colateral mais comum.
É importante evitar assoar o nariz, exposição prolongada ao sol e prática de atividades físicas por 30 dias para reduzir o risco de sangramento. O uso de tampão nasal não é rotineiro, sendo reservado para casos específicos de sangramentos intra ou pós-operatórios mais intensos. Como não há incisões externas na face, não há formação de hematomas ou inchaços.
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