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Como escolher o cirurgião para operar o desvio de septo em São Paulo

Dr. Luiz Vicente Rizzo Castanheira
Escrito e revisado por Dr. Luiz Vicente Rizzo CastanheiraOtorrinolaringologista · CRM/SP 136026 · RQE 37087 · Publicado em outubro de 2026

Você saiu da consulta com uma frase que muda a conversa: “o seu desvio de septo tem indicação de cirurgia”. A partir daí, a dúvida deixa de ser “preciso operar?” e passa a ser “com quem?”. Em São Paulo há muitos otorrinolaringologistas, e a decisão costuma ser tomada com base em indicação de um amigo, em avaliações na internet ou no primeiro nome que apareceu na busca. Nenhum desses caminhos é errado, mas todos ficam melhores quando o paciente sabe o que verificar.

Este artigo reúne os critérios que um paciente consegue checar sozinho antes e durante a consulta. Ele não diz quem é o cirurgião certo para você. Diz como reconhecer um bom planejamento cirúrgico e quais perguntas levar.

Comece pelo que é verificável: CRM e RQE

Todo médico tem um número de CRM. Nem todo médico tem RQE, o Registro de Qualificação de Especialista. O RQE é o registro que o Conselho Regional de Medicina concede a quem comprovou residência médica reconhecida pelo MEC ou título de especialista pela sociedade da área, que em otorrinolaringologia é a ABORL-CCF, a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial.

Isso importa porque a lei permite que qualquer médico realize qualquer procedimento, mas só permite que se apresente como especialista quem tem o RQE correspondente. A consulta é pública e gratuita no portal do Conselho Federal de Medicina. Procure pelo nome, confira o CRM e veja se há RQE em otorrinolaringologia. Leva dois minutos e elimina a dúvida mais básica.

Pergunte qual é o foco da prática

A otorrinolaringologia cobre ouvido, nariz, garganta e estruturas da face. A septoplastia faz parte da formação de todo otorrinolaringologista, mas a maioria dos colegas, com o tempo, concentra a rotina em uma ou duas áreas. Há otorrinos dedicados a ouvido e audição, outros a voz e laringe, outros a nariz e seios da face.

Para uma cirurgia nasal, a pergunta direta é legítima: “qual parte da sua rotina é cirurgia de nariz?”. Outra pergunta útil é se o médico realiza cirurgia endoscópica dos seios da face, porque o desvio de septo frequentemente vem acompanhado de aumento dos cornetos ou de sinusite, e o cirurgião que domina o nariz por dentro planeja o conjunto em um único tempo cirúrgico.

Formação complementar em rinologia, como fellowship em cirurgia endoscópica nasossinusal, e participação em sociedades da área são informações que o médico costuma deixar públicas no site ou no currículo Lattes. Não são obrigatórias, mas indicam para onde o profissional direcionou a carreira.

Observe como a consulta é conduzida

O diagnóstico do desvio de septo é clínico. Começa pela história, com perguntas sobre de que lado o nariz entope, se piora deitado, se há ronco, sinusites de repetição ou sangramentos, e continua pelo exame. A endoscopia nasal, feita com uma fibra fina na própria consulta, permite ver o septo, os cornetos e a entrada dos seios da face. É ela que separa o desvio que obstrui do desvio que apenas existe.

Quando a cirurgia entra em consideração, a tomografia dos seios da face complementa a endoscopia. Ela mostra a anatomia completa do septo, dos cornetos e dos seios, identifica sinusite ou outras alterações que a endoscopia não alcança e orienta o planejamento do que será corrigido em um único tempo cirúrgico. Por isso é um exame pedido de rotina na avaliação cirúrgica do nariz. O que pede atenção é a ordem inversa: indicar cirurgia com base apenas no laudo da tomografia, sem examinar o interior do nariz e sem conversar sobre os sintomas. Desvio de septo em exame de imagem é achado comum em pessoas que respiram bem, e é o conjunto de sintomas, exame e imagem que define a indicação.

Tratamento clínico e cirurgia: como as duas coisas se encaixam

Grande parte da obstrução nasal tem componente de rinite e de aumento dos cornetos, a chamada carne esponjosa. Esses componentes respondem a tratamento clínico, com lavagem nasal e medicação, e por isso o tratamento costuma fazer parte da avaliação: ele mostra quanto da obstrução é inflamatório e quanto é estrutural.

Melhorar com remédio, porém, não descarta a cirurgia. Quando o desvio é a causa estrutural dos sintomas, muitos pacientes preferem operar para resolver a obstrução de forma definitiva, em vez de depender de medicação contínua para respirar. Essa é uma decisão compartilhada entre médico e paciente, e um bom cirurgião apresenta as duas possibilidades com clareza, sem empurrar para nenhum dos lados.

O que um bom planejamento faz é explicar em voz alta o que a cirurgia vai resolver no seu caso, o que ela não vai resolver e o que pode continuar precisando de cuidado depois. Quem promete que “nunca mais vai entupir” ou que a cirurgia “cura a rinite” está prometendo o que a septoplastia não faz. A septoplastia corrige a estrutura; a mucosa continua reagindo a alergia, poluição e clima como antes, só que em um nariz com espaço para respirar, o que em geral reduz muito a necessidade de medicação.

Entenda a técnica proposta

Algumas perguntas sobre a técnica ajudam a comparar propostas:

  • Os cornetos entram na cirurgia? Quando há aumento dos cornetos associado, a correção costuma ser feita no mesmo procedimento, sob a mesma anestesia. Se não entram, vale saber por quê.
  • Vai usar tampão nasal? Técnicas atuais permitem dispensar o tampão na maioria dos casos. A retirada do tampão era um dos momentos mais temidos do pós-operatório.
  • A cirurgia muda o formato do nariz? A septoplastia é funcional e preserva o formato externo. Mudança estética é rinoplastia, outro procedimento, que pode ou não ser combinado conforme avaliação. Se o seu objetivo é respirar, o plano deve falar de respiração.
  • Como é a anestesia e a alta? A anestesia é sempre geral em centro cirúrgico, com alta no mesmo dia, em geral algumas horas após o procedimento.

Você não precisa dominar os termos. Precisa perceber se o médico responde com clareza e se as respostas combinam entre si. Para saber mais sobre o procedimento em si, veja Cirurgia de desvio de septo: quando é indicada e como funciona.

Pergunte onde a cirurgia será feita

O hospital é definido junto com o paciente entre as instituições em que o cirurgião atua. Vale confirmar três pontos: se o médico opera ali com regularidade, se a equipe de anestesia é a habitual dele e qual o suporte do hospital para intercorrências, mesmo que raras. A septoplastia é cirurgia de hospital-dia, mas a estrutura ao redor é parte da segurança.

Em São Paulo, muitos cirurgiões têm vínculo com mais de um hospital, o que permite escolher pela conveniência do paciente, pela cobertura do plano no caso de reembolso ou pela preferência da família. Pergunte pelas opções em vez de aceitar a primeira.

Saiba como será o depois

O pós-operatório diz muito sobre o cirurgião. Antes de marcar, você deveria sair da consulta sabendo:

  • quantos dias de afastamento o seu caso pede, em geral 2 dias para trabalho remoto e 5 para presencial;
  • por quanto tempo ficam suspensos esforço físico e sol prolongado, em geral 30 dias, pelo risco de sangramento;
  • o que é normal nos primeiros dias, como pequena saída de sangue e nariz obstruído por crostas por cerca de 2 semanas;
  • quais cuidados fazem diferença, como não assoar o nariz e lavar com soro várias vezes ao dia;
  • quando é o primeiro retorno, em geral dentro de 1 semana, e como falar com a equipe se algo fugir do esperado.

Um cirurgião que entrega essas orientações por escrito e explica o canal de contato está dizendo que o acompanhamento faz parte do tratamento, não um extra.

Leia as avaliações com critério

Avaliações de pacientes no Google e em plataformas de agendamento são úteis, desde que lidas com atenção ao conteúdo e não apenas à nota. Procure relatos que falem da consulta em si: se o médico examinou, se explicou, se o pós-operatório teve acompanhamento. Volume e consistência ao longo do tempo pesam mais do que uma nota isolada. Lembre que a avaliação descreve a experiência de outra pessoa, com outro nariz e outro quadro, e não antecipa o seu resultado.

Orçamento: transparência antes de valor

No atendimento particular, o paciente recebe recibo da consulta e da cirurgia e pode pedir reembolso ao plano de saúde, conforme as regras do seu contrato. O que importa na conversa não é o número, é a clareza: o que está incluído, qual a equipe, quais os honorários do anestesista e do hospital, e o que fica de fora. Um orçamento fechado antes de qualquer exame não é um bom sinal, porque a extensão da cirurgia depende do que a avaliação encontrar.

Sinais que pedem uma segunda conversa

  • Indicação de cirurgia sem exame do interior do nariz.
  • Promessa de resultado garantido ou de “cura” da rinite.
  • Pressa para marcar, com argumento de agenda ou de oportunidade.
  • Pacote com preço definido antes da avaliação.
  • Recusa em responder sobre formação, RQE ou hospitais.
  • Desconforto com a ideia de segunda opinião.

A septoplastia é uma cirurgia eletiva. Ela existe para melhorar a qualidade de vida, e por isso pode ser decidida sem pressa. Pedir uma segunda opinião é um direito do paciente e não costuma incomodar quem está seguro do próprio plano.

Perguntas para levar à consulta

  1. Qual é o seu RQE e onde fez a residência em otorrinolaringologia?
  2. Que parcela da sua prática é cirurgia nasal?
  3. O que você viu na endoscopia e na tomografia que indica a cirurgia no meu caso?
  4. O que a cirurgia resolve e o que não resolve para mim? Se eu melhorar com remédio, ainda vale operar?
  5. Os cornetos entram? Vai usar tampão?
  6. Em quais hospitais você opera e qual sugere para o meu caso?
  7. Como é o pós-operatório, o retorno e o contato com a equipe?
  8. O que está incluído no planejamento e como funciona o recibo para reembolso?

Como é a avaliação no consultório do Dr. Luiz Castanheira

Para quem está pesquisando em São Paulo, vale registrar como esses critérios funcionam aqui. O Dr. Luiz Vicente Rizzo Castanheira é otorrinolaringologista com CRM-SP 136026 e RQE 37087, residência médica no Hospital Paulista e título de especialista pela ABORL-CCF. Fez fellowship em cirurgia endoscópica nasossinusal e da base do crânio no A.C. Camargo Cancer Center e estágio de observação na University of Pittsburgh Medical Center, nos Estados Unidos. É membro da ABORL-CCF e da American Rhinologic Society, e a prática é concentrada em cirurgia nasal e dos seios da face, incluindo septoplastia, turbinectomia e cirurgia endoscópica da sinusite.

A consulta inclui a endoscopia nasal na hora e, quando a cirurgia entra em avaliação, a tomografia dos seios da face é solicitada de rotina para o estudo anatômico e o planejamento. O tratamento clínico faz parte da avaliação sempre que há componente de rinite ou de cornetos, e a opção pela cirurgia, para resolver a obstrução sem depender de medicação, é discutida com o paciente. Quando a cirurgia é indicada, o plano é explicado com o que resolve e o que não resolve, a técnica dispensa tampão na maioria dos casos e as orientações de pós-operatório são entregues por escrito, com retorno marcado para a primeira semana. As cirurgias são realizadas em hospitais de São Paulo com os quais o Dr. Luiz tem vínculo, listados na página de hospitais, e o hospital é definido com o paciente. O atendimento é particular, com recibo para reembolso, nas unidades de Vila Nova Conceição e Higienópolis. Quem mora fora de São Paulo pode começar a avaliação por teleconsulta, com os exames já realizados.

Se a sua dúvida ainda é se o seu desvio precisa mesmo de cirurgia, comece pela página sobre desvio do septo nasal. Se a indicação já existe e você está escolhendo com quem operar, leve as perguntas acima para a consulta, aqui ou em qualquer outro consultório.

Quer se aprofundar? Veja o guia completo sobre Desvio do Septo Nasal — causas, tratamento cirúrgico, mitos e verdades.

Perguntas Frequentes

Como saber se o médico é mesmo especialista em otorrinolaringologia?

Pelo RQE, o Registro de Qualificação de Especialista. Ele é emitido pelo Conselho Regional de Medicina depois que o médico comprova residência médica reconhecida ou título de especialista da sociedade da área, no caso a ABORL-CCF. O RQE pode ser consultado gratuitamente no portal do CFM, junto com o CRM. Médico sem RQE em otorrinolaringologia não pode se apresentar como otorrinolaringologista.

Qualquer otorrino opera desvio de septo?

A septoplastia faz parte da formação de todo otorrinolaringologista. Mas a especialidade é ampla, cobre ouvido, garganta, nariz e face, e muitos colegas concentram a prática em uma dessas áreas. Para uma cirurgia nasal, vale perguntar qual a parcela da rotina do médico é dedicada a nariz e seios da face e com que frequência ele realiza o procedimento proposto.

Preciso fazer tomografia antes de decidir pela cirurgia?

Quando a cirurgia está em avaliação, sim. O diagnóstico do desvio de septo é clínico e confirmado pela endoscopia nasal, feita na própria consulta. A tomografia dos seios da face complementa essa avaliação: mostra a anatomia completa do nariz e dos seios, identifica sinusite ou outras alterações associadas e orienta o planejamento do que será corrigido. Por isso costuma ser pedida de rotina na avaliação cirúrgica. O que merece atenção é o contrário: indicar cirurgia apenas pelo laudo do exame, sem examinar o nariz e sem conversar sobre os sintomas.

O cirurgião deve tentar tratamento sem cirurgia antes?

Em geral o tratamento clínico faz parte da avaliação, porque grande parte da obstrução nasal tem componente de rinite e de aumento dos cornetos, que respondem a lavagem nasal e medicação. Mas a melhora com remédio não descarta a cirurgia. Quando o desvio é a causa estrutural dos sintomas, muitos pacientes preferem operar para resolver a obstrução de forma definitiva, sem depender de medicação contínua. A decisão é compartilhada, e um bom sinal é o médico explicar o que a cirurgia resolve e o que ela não resolve no seu caso.

Em que hospital a cirurgia deve ser feita?

O hospital é definido junto com o paciente entre aqueles em que o cirurgião tem vínculo e atua regularmente. Vale confirmar se o médico opera na instituição com frequência, se a equipe de anestesia é habitual e qual o suporte para eventuais intercorrências. A septoplastia é feita em regime de hospital-dia, com alta no mesmo dia, mas a estrutura do hospital faz diferença na segurança.

Vale pedir uma segunda opinião antes de operar o septo?

Sim, e isso não ofende um bom profissional. A septoplastia é uma cirurgia eletiva, feita para melhorar qualidade de vida, e a decisão pode ser tomada com calma. Leve os exames e o plano proposto e compare o raciocínio: a indicação, a técnica, a inclusão ou não dos cornetos e as expectativas devem ser parecidas entre dois especialistas que examinaram o mesmo nariz.

Como funciona o custo quando o atendimento é particular?

O paciente recebe recibo da consulta e da cirurgia e pode solicitar reembolso ao seu plano de saúde, conforme as regras do contrato. O planejamento completo, com hospital, equipe e o que está incluído, é definido na consulta, depois da avaliação. Desconfie de valores fechados antes de qualquer exame.

Depoimentos

Quem foi atendido, recomenda

O acompanhamento pré e pós-operatório é feito no consultório, com suporte da equipe a todas as demandas do paciente.

★★★★★
Mais de 900 avaliações 5 estrelas no Doctoralia, o maior site de consultas do país
★★★★★

Gostaria de expressar minha imensa satisfação com o atendimento prestado pelo Dr. Luiz Vicente Rizzo Castanheira. Já realizei cirurgias no nariz com ele, e o resultado foi excelente! Desde a primeira consulta, ele demonstrou extrema competência, paciência e atenção aos detalhes, sempre explicando todo o processo de forma clara e acolhedora. A cirurgia foi um sucesso, e o pós-operatório ocorreu sem nenhuma complicação. Recomendo o Dr. Luiz de olhos fechados para quem busca um profissional dedicado e experiente.

IC
Igor ChavesOpinião verificada · jan/2025
★★★★★

Dr Luiz Vicente é um médico diferenciado. Muito calmo, ele realmente cuida dos pacientes. Fiz o tratamento e a cirurgia de desvio de septo com ele. Desde a primeira consulta, até as consultas do pós operatório ele sempre foi muito atencioso e preocupado com a melhora e bem estar dos pacientes. Indico ele de olhos fechados. Muito obrigado Dr. Luiz.

FD
Felipe DelgadoConsulta verificada · jul/2024
★★★★★

O dr. Luiz foi um verdadeiro achado para a minha família. Ele cuidou da minha filha depois de muitas otites seguidas, a operou e está fazendo um pós-operatório maravilhoso. Sempre muito atencioso, detalhista, cuidadoso e tem um jeito incrível com as crianças. Eu recomendo ele demais!

MS
Mariana ScarfoniConsulta verificada · fev/2025
★★★★★

Eu gostaria que todos tivessem a mesma oportunidade que tive, de serem atendidos por este profissional. Atencioso, competente e humano. Dr Luiz curou com muita assertividade um problema de saúde que tinha com muita frequência, que outros médicos encaminharam para cirurgia, mas que ele resolveu com atenção e muito cuidado. Curou meu esposo e também tratou minha filha, com total competência. Sempre indico o Dr Luiz para quem precisa.

RA
Renata AlencarOpinião verificada · ago/2024
★★★★★

Atendimento além de excelente! O Dr. Luiz não só me tranquilizou como também sanou minhas dúvidas de forma calma e atenciosa. Tirou meu medo e foi muito respeitoso. Além disso, a avaliação foi perfeita! Sempre que eu precisar de um Otorrino, tenho certeza de quem eu irei procurar! Nota 1000

AB
Andrey B.Consulta verificada · fev/2025
★★★★★

Atendimento extremamente cordial desde a recepção, o Dr. Luiz além de muito simpático é atencioso durante toda a consulta, explicando o diagnóstico e a medicação com muita atenção. O tratamento está sendo eficaz, sem dúvida recomendo o profissional.

A
AdaianaConsulta verificada · jul/2024
★★★★★

Médico muito atencioso, ele sabia exatamente o que eu estava sentindo! Calmo e sabe o que faz! Atendeu minha filha junto comigo, deu a maior atenção pra ela! Recomendo demais! Voltarei

J
JoiceConsulta verificada · jul/2024
★★★★★

O Dr. Luiz Vicente é um excelente profissional. Mesmo estando em outra cidade, o teleatendimento resolveu todos os meus sintomas, e dessa vez não foi necessário me deslocar até o consultório para uma avaliação presencial. Gostei muito da sugestão de uma avaliação presencial caso houvesse piora. Recomendo muito a consulta!

MA
Maria Alice BorgesConsulta verificada · jul/2024
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